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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Polícia prende suspeito de praticar assaltos a apartamentos no Leblon, Zona Sul do Rio

A polícia prendeu um suspeito de praticar assaltos em apartamento no Leblon, Zona Sul do Rio. Segundo a polícia, o criminoso, acompanhado de uma adolescente, invadiu as residências, amarrou as moradoras idosas, e, com o uso de uma faca e uma arma falsa, roubava as vítimas.
"Era a forma de agir dele, que já era procurado tanto pela 14 (delegacia), quanto pela 15. Costumava usar uma faca e entrar pela janela. Já tínhamos conhecimento dessa prática.", explicou o delegado Carlos Abreu, assistente na 14ª DP. A adolescente foi apreendida.
O delegado também considerou fundamental o reconhecimento do suspeito por outras pessoas. Abreu, inclusive, encoraja outras vítimas a irem até a delegacia e depor contra ele. Os imóveis que foram alvo do criminoso ficam na Rua Farme de Amoedo.

Homem é preso no RJ suspeito de matar cunhado a facadas por dívida de R$ 650

Homem foi preso suspeito de matar cunhado a facadas por dívida de R$ 650 (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
A Polícia Civil do Rio prendeu em flagrante Damião Batista Filho, suspeito de matar o cunhado Antônio Carlos da Silva a facadas. De acordo com a investigação, o crime ocorreu por conta de uma dívida de R$ 650, após discussão entre os dois.
Antônio Carlos foi morto no bairro de Santa Rita, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No local, a Polícia realizou perícia técnica e, após o trabalho, fez buscar em endereços ligados ao suspeito. Damião foi autuado por homicídio qualificado.
Ainda de acordo com a Polícia, Damião foi encontrado em casa e estava prestes a fugir. Ele carregava uma mala com seus pertences.

Polícia investiga se criminoso se passou por passageiro para matar taxista na Barra da Tijuca

A Divisão de Homicídios (DH) investiga se o criminoso que matou um taxista na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, entrou no táxi como se fosse um passageiro. A principal linha de investigação é a de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Valmir Barcelos, de 65 anos, foi encontrado morto dentro do táxi que dirigia na Avenida das Américas, na altura do Condomínio Santa Mônica. O crime aconteceu por volta das 19h30 de domingo (30). A polícia disse que o taxista foi esfaqueado.
Na noite de domingo, a polícia fez a perícia no táxi e procura outras provas que levem ao assassino de Valmir Barcelos. Outro motorista de táxi que passava pelo local contou pelo rádio que conversou com uma testemunha.
“Estou aqui no local. Infelizmente, o colega morreu, entendeu? O segurança estava me contando aqui. Tentaram ainda socorrer ele, mas parece que ele tomou uma facada de baixo do braço e pegou a veia aorta. E ele estava sangrando muito”.
Em maio, o taxista Cleuber Soares de Araújo, de 42 anos, foi morto a tiros na Tijuca, na Zona Norte. O motorista foi surpreendido por três homens que desceram de um carro atirando. Ele tentou fugir, mas caiu morto a dez metros de distância do táxi.
Quem trabalha como taxista nas ruas do Rio está preocupado com a violência. Taxista há 30 anos, Ricardo Melero passou por momentos de tensão no começo do mês, quando foi rendido por suspeitos.
“Estava na Avenida Ayrton Senna, dois rapazes fizeram sinal. Eles entraram e disseram que iam para São Conrado. Aí botaram um revólver na minha cabeça e disseram que era um assalto. Mandaram correr, correr e fomos para a Rocinha. Eles desceram na Rocinha e levaram todo o meu dinheiro, tudo, tudo”, lembrou o taxista.
E um taxista faz um desabafo pelo rádio: “Infelizmente, foi mais um aí. Está a família aqui desesperada. Cena horrível para resumir. Eu estou recolhendo, não tem mais condição de trabalhar, não. Boa sorte para quem fica e, pelo amor de Deus gente, cuidado”.

Número de policiais mortos no RJ este ano sobe para 92 no último fim de semana

O subtenente reformado William dos Santos Pinto, de 54 anos, foi morto em um bar em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. (Foto: Reprodução/ TV Globo)
No último sábado (29), o subtenente reformado William dos Santos Pinto, de 54 anos, foi morto em um bar em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, quando homens armados passaram atirando. O policial militar morreu na hora. Ele é 92º policial morto no Estado do Rio de Janeiro em 2017.
O corpo do subtenente será enterrado na tarde desta segunda (31) no Cemitério de São Gonçalo. A Divisão de Homicídios (DH) está investigando o caso.
Um outro policial militar foi atacado por criminosos neste final de semana. O soldado Jonas Lourenço da Silva levou um tiro trabalhando. O policial foi baleado em um confronto com traficantes no Morro Camarista Méier, no sábado (29) à noite.
O soldado foi levado para o Hospital Salgado Filho e já recebeu alta. O comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade disse que ele foi atingido de raspão na mão e na perna. Ninguém foi preso.

Suspeito de matar PM no Vidigal nega envolvimento no crime

O delegado-assistente da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), Vinicius Domingos, afirmou ter sido informado, há alguns dias, da disposição de Ivan da Silva Martins, o Ivanzinho, em se entregar para a polícia. Ivan da Silva Martins, o Ivanzinho. (Foto: Reprodução/TV Globo)
Suspeito de matar o sargento PM Hudson Silva de Araújo, no Morro do Vidigal, na madrugada do último dia 23, Ivan se entregou à polícia na manhã desta segunda-feira (31). De acordo com as investigações, ele chefiava o tráfico de drogas na comunidade de São Conrado, Zona Sul do Rio. Após a intermediação do coordenador da ONG Afrorreggae, José Júnior, o suspeito se apresentou na DCOD, que tinha interesse em ouvi-lo para investigação sobre o tráfico na favela. "Ele seria um dos responsáveis pela venda de drogas, mas afirma que não portava armas de fogo", disse o delegado.Delegado Vinícius Domingos. (Foto: Alessandro Ferreira)
Ainda segundo Vinícius Domingos, Ivan admite que estava no Vidigal no dia em que o sargento PM Hudson Araújo foi morto, e que houve confronto entre traficantes e PMs da UPP, mas nega ter participado da troca de tiros. "Ele diz que preferiu se apresentar à polícia porque não quer responder por um homicídio do qual diz não ser o autor", explicou o delegado. José Junior contou ter sido procurado por Ivan na última sexta-feira (28), por intermédio do funkeiro MC Leonardo. "Eles me pediram para conversar com o Ivan e eu fui, na própria noite de sexta. Ele disse para mim que tinha pecados, mas não esse [a morte do sargento], e que preferia se entregar", disse Junior, acrescentando que foi sua a ideia de procurar a DCOD.
"Felipe Curi, o delegado titular, está em viagem e me colocou em contato com o Vinícius. Eu queria vir na própria sexta-feira, mas já estava muito tarde, então acertamos para hoje [segunda]".José Júnior, coordenador do Afroreaggae, intermediou a rendição do suspeito. (Foto: Alessandro Ferreira)

Sérgio Cabral diz que usou 'caixa 2 na política, e não para enriquecer'

Sérgio Cabral durante depoimento ao juiz Sérgio Moro (Foto: Reprodução)
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) presta depoimento nesta segunda-feira (31) ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, sobre uma das 13 denúncias do Ministério Público Federal (MPF) (Acompanhe em tempo real).
Na denúncia em questão, os procuradores dizem que Cabral recebeu do empresário Eike Batista US$ 16,5 milhões em propina, além de R$ 1,5 milhão através do escritório de advocacia de sua esposa, Adriana Ancelmo.
Cabral nega que tenha recebido propina. "Nunca fiz um toma lá dá cá com o senhor Eike Batista".
Como em outras ocasiões, o ex-governador admitiu o uso do caixa dois e negou ter conta no exterior. Desta vez, ele — que já havia dito que não vivia do próprio salário — afirmou que a maioria do valor desviado foi utilizado em campanhas.
"A quase totalidade de recursos que obtive com o caixa dois eu gastei na política, e não para enriquecer", afirmou.
Cabral admitiu ter recebido valores de Eike, mas todos eles ligados a projetos, como R$ 30 milhões para as UPPs e R$ 10 milhões na "campanha para a Olimpíada". A exceção seria quando pediu R$ 10 milhões para a campanha eleitoral de 2010. "Foi a única vez".
Na ocasião, diz Cabral, Eike teria dito que não dava para realizar o pagamento em doação oficial. Por isso, os valores teriam sido trazidos do exterior. A operação teria sido realizada pelos irmãos Chebar, delatores do processo.
Com eles, e com outros empresários, Cabral pediu para que fossem realizadas acareações. "Senhor Cabral, não dou o direito do senhor discutir minhas decisões", rebateu Bretas.
Sustentando que pedidos de doações não significavam propina, Cabral chegou a dizer que "pediu dinheiro até para a Fundação da Madonna", em um jantar.

Juiz pede para fazer esclarecimento

Logo no início da audiência, o juiz Marcelo Bretas disse que tinha um esclarecimento a fazer ao ex-governador. Na semana passada, Cabral levantou a suspeita do magistrado após uma entrevista do juiz ao jornal Valor Econômico. Nela, Bretas falava sobre uma suposta condenação. O ex-governador disse que ficou surpreso ao ler a reportagem e disse que é contra o "pré-julgamento". O magistrado rebateu. "O senhor está diante de um juiz que quer tomar a melhor decisão no momento adequado", disse ele nesta segunda-feira. Entendemos que o juiz Bretas antecipou o julgamento por isso estamos pedindo o seu afastamento", disse o advogado Rodrigo Roca, que defende Cabral, na saída da audiência.
Em outro momento mais duro, Cabral chegou a discutir com o procurador El Hage. "Como o MPF me imputa US$ 100 milhões sem documento que o ligue a mim?", questionou. "Há documentos, relatórios do Coaf. O senhor recebeu dinheiro", rebateu.
O ex-governador também perguntou porque o acordo de delação dos irmãos Chebar foi fechado tão rapidamente. "Talvez porque seja o maior valor já devolvido na Lava Jato: US$ 100 milhões", respondeu El Hage.
Cabral ainda retrucou dizendo que não há documentos que o liguem a quantia.

Sentença de Moro é absurda, diz ex-governador

Condenado a 14 anos e 2 meses pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba, pelo recebimento de propina em obras do Comperj, Cabral citou a decisão. Ele é réu em outras 12 denúncias.
Ele disse que vai se defender de todas as acusações do MPF e citou o magistrado da Lava Jato.
"No meu governo. Todos os processos tratam de minha administração. Com exceção do absurdo da sentença do juiz Moro"

Ex-deputado federal Capitão Assumção surta, tenta agredir policial e é levado para hospital psiquiátrico, diz PM

Capitão Assumção, na época em que era deputado federal (Foto: Arquivo/ Agência Câmara)O  militar da reserva capitão Lucínio Castelo de Assumção, conhecido como capitão Assumção, teve um surto dentro do presídio da Polícia Militar, neste sábado (29), segundo a corporação.

O capitão, de acordo com a PM, danificou objetos do local e tentou agredir um policial.
Ele foi encaminhado para o Hospital Estadual de Atenção Clínica (HEAC), o antigo Adauto Botelho, onde passou por uma avaliação médica.

Segundo a PM, ele foi autuado em flagrante por dano e violência contra militar.                                                                      Prisão durante a crise

O militar teve a prisão decretada durante a crise de segurança pelo juiz da vara da auditoria militar, Getúlio Pereira Neves, ao lado de três policiais militares, suspeitos de incitar o movimento nos quartéis do Espírito Santo. Na ocasião, capitão Assumção resistiu à voz de prisão e conseguiu fugir.
Ele havia se envolvido em uma confusão próximo ao 4º Batalhão da PM, no Ibes, em Vila Velha, no momento em que seria preso. O capitão se apresentou no dia 28 de fevereiro e ficou no presídio da corporação.

Política

Capitão Assumção foi deputado federal, pelo PSB-ES, de 2009 a 2011, quando assumiu a vaga de Neucimar Fraga, então prefeito de Vila Velha, neste período.

Outro lado

G1 não conseguiu contato com a família do capital Assumção, nem com a defesa dele.

Jovem tenta matar os pais a pauladas e liga para a polícia contando o crime, no ES

Jhonathan Rosa Oliveira, 23, preso por tentar matar os pais a pauladas, no bairro Novo Horizonte, em Cariacica (Foto: Fernando Madeira/ A Gazeta)
Um jovem de 23 anos foi preso, após tentar matar os próprios pais a pauladas, enquanto eles dormiam, dentro de casa, na madrugada deste domingo (30). O crime aconteceu no bairro Novo Horizonte, em Cariacica, no Espírito Santo. Antes de começar as agressões, Jhonathan Rosa Oliveira ligou para a polícia, avisando que iria matar o casal.
As vítimas, um encarregado de produção de 49 anos, e uma doméstica, de 55, foram socorridas para o hospital Jayme Santos Neves, na Serra, com diversas lesões no rosto. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas e a Secretaria de Saúde do Espírito Santo não informa mais o estado de pessoas internadas.
O jovem foi autuado por tentativa de homicídio na delegacia e encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV), na manhã deste domingo.

O crime

Jhonathan disse à reportagem que havia passado a noite bebendo com os pais do lado da casa onde moram e, em um determinado momento, o casal disse que iria dormir e foi para o quarto. Após a saída dos pais, o jovem contou que começou a consumir cocaína.
Segundo Jhonathan, a quantidade não foi muito grande, mas a mistura com o álcool que já havia ingerido acabou o deixando completamente alterado. “Bateu uma loucura e veio na minha cabeça que eu tinha que matar os meus pais. A mistura da cocaína com a bebida me deixou muito louco”, relatou.
Foi então que o jovem pegou um toco de madeira maciça. Antes de ir até o quarto dos pais, ele ligou para o Ciodes 190 e disse que iria cometer o crime. “Eu falei com a polícia que ia matar meus pais. Eu tinha pegado o toco do lado de fora da minha casa. Enquanto a viatura vinha eu fui para o quarto”, contou. As vítimas estavam dormindo quando foram surpreendidas por diversos golpes na cabeça. Poucos minutos após o ataque, um carro da Polícia Militar chegou ao local e foi recebida por Jhonathan.
Ele pediu aos policiais que checassem se ele realmente havia matado os pais. Assim que chegaram ao quarto, os militares encontraram o casal agonizando na cama.

Carro capota na Terceira Ponte após bater em mureta de concreto, no ES

Carro capota na Terceira Ponte após colidir contra mureta de concreto (Foto: Internauta/ Gazeta Online)
Um carro capotou na Terceira Ponte, no sentido Vitória, na manhã deste domingo (30). Segundo informações da Rodosol, concessionária que administra a ponte, ninguém se feriu no acidente e a pista foi totalmente liberada.
Ainda de acordo com a concessionária, o veículo, um carro modelo Voyage, de cor prata, atingiu a mureta que divide as pistas e, com a colisão, capotou.

Três pessoas ficam feridas em acidente na avenida Fernando Ferrari, em Vitória

Acidente na madrugada deste domingo (30) na Avenida Fernando Ferrari (Foto: Leitor/ A Gazeta)Um acidente deixou três pessoas feridas na Avenida Fernando Ferrari, em Vitória, na madrugada deste domingo (30).
Segundo a Guarda Municipal, o carro capotou no sentido Serra da avenida, na altura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
As vítimas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não foi informado o local para onde elas foram encaminhadas.

Pai agredido pelo filho a pauladas no ES terá que passar por cirurgia, diz família

O estudante Jhonathan Rosa Oliveira, 23 anos, tentou matar os pais a pauladas em Cariacica (Foto: Fernando Madeira/ A Gazeta)
O encarregado de produção de 49 anos, que foi agredido pelo próprio filho a pauladas, na madrugada deste domingo (30), teve afundamento de crânio e vai precisar passar por uma cirurgia. A esposa dele e mãe do jovem também foi agredida, mas está estável e fora de perigo, segundo a família.
Jhonathan Rosa Oliveira, de 23 anos, foi preso por tentativa de homicídio após tentar matar os pais a pauladas, no bairro Novo Horizonte, em Cariacica. Antes de começar as agressões, ele mesmo ligou para a polícia afirmando que mataria o casal. À reportagem, Jhonathan disse que tinha consumido álcool e cocaína.
O primo de Jhonathan , Renildo Rosa da Cunha, de 39 anos, disse que não foi a primeira vez que o jovem tentou matar os pais.
"Há cerca de sete meses ele tentou agredi-los, mas minha mãe, que é a parente que mora mais próximo, interveio", afirmou o técnico de produção Renildo Rosa da Cunha, 39, primo do agressor.
Renildo afirmou que não sabia que o primo era usuário de drogas. Segundo ele, o jovem ajudava nas tarefas de casa, já que estava desempregado.
"Apesar de já ter tentado agredir os pais, ele não demonstrava ser má pessoa, pelo contrário, como está desemprego, fazia todo o serviço de casa para ajudar a mãe, que sai, todos os dias, às 4h para trabalhar. Os vizinhos estão chocados com esse comportamento dele", contou.

Crime

Após ser preso, Jhonathan disse à reportagem que havia passado a noite bebendo com os pais do lado da casa onde moram e, em um determinado momento, o casal disse que iria dormir e foi para o quarto. Após a saída dos pais, o jovem contou que começou a consumir cocaína.
Segundo Jhonathan, a quantidade não foi muito grande, mas a mistura com o álcool que já havia ingerido acabou o deixando completamente alterado. “Bateu uma loucura e veio na minha cabeça que eu tinha que matar os meus pais. A mistura da cocaína com a bebida me deixou muito louco”, relatou. Foi então que o jovem pegou um toco de madeira maciça. Antes de ir até o quarto dos pais, ele ligou para o Ciodes 190 e disse que iria cometer o crime. “Eu falei com a polícia que ia matar meus pais. Eu tinha pegado o toco do lado de fora da minha casa. Enquanto a viatura vinha eu fui para o quarto”, contou.
As vítimas estavam dormindo quando foram surpreendidas por diversos golpes na cabeça. Poucos minutos após o ataque, um carro da Polícia Militar chegou ao local e foi recebida por Jhonathan.
Ele pediu aos policiais que checassem se ele realmente havia matado os pais. Assim que chegaram ao quarto, os militares encontraram o casal agonizando na cama.
O jovem foi autuado por tentativa de homicídio na delegacia e encaminhado ao Centro de Triagem de Viana (CTV), na manhã deste domingo.

Insegurança faz igrejas fecharem mais cedo ou nem abrirem na Grande Vitória

Igreja fechada na Grande Vitória por conta da violência (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Os constantes assaltos a igrejas evangélicas e católicas fizeram os templos fecharem mais cedo ou nem abrirem na Grande Vitória. Em alguns casos, os cultos são feitos na casa dos fiéis.
A secretaria paroquial, Regina Célia Gomes Soares, disse que em um ano mais da metade das 13 comunidades ligadas a Igreja Católica Matriz de Jardim América, em Cariacica, registraram casos de violência.
“Sete das nossas comunidades ou já foram arrombadas ou as lideranças da própria comunidade sofrem tentativas de assalto. Nós tivemos uma que o carro dela foi roubado e ela ainda teve que ensinar o bandido a dirigir porque ele não sabia”, disse.
Depois de um assalto, na comunidade de Vera Cruz, o padre deu uma orientação. “Nosso pároco orientou que nossas reuniões terminem mais cedo, para que não exponha as pessoas a uma situação desagradável de um assalto”, disse Regina. Em uma igreja de Jardim da Penha, em Vitória, há um ano os cultos das noites de domingo mudaram de horário, foi antecipado em uma hora. O motivo é a segurança dos fiéis. Eles acreditam que o maior risco está na volta para a casa.
“Já houve casos de eles roubarem carro, de levarem o celular. Para o público é melhor ter segurança”, afirmou o membro da igreja, Valdecir Dossi. O Presidente da Associação de Pastores, Enoque de Castro, disse que algumas denominações até diminuíram o número de reuniões durante a semana. “Hoje uma metodologia das igrejas é usar grupos caseiros, e as pessoas vêm para uma celebração maior, mas têm reuniões na localidade onde moram”, disse.
O padre Anderson, que comanda três comunidades na Praia da Costa, em Vila Velha, disse que os horários não mudaram, mas os templos têm vigilantes, câmeras de videomonitoramento e alarmes. “Algumas igrejas têm uma segurança patrimonial”, explicou.

Segurança Pública

Em nota, a Polícia Militar Informou faz operações e abordagens constantemente na Grande Vitória e tem a Operação Força Total, que emprega todo o efetivo da PM, inclusive, o administrativo uma vez por semana, para a rua.
A PM pede para que a população sempre registre a ocorrência dos crimes nas delegacias.

Crimes

Há dois meses, depois da missa de domingo, a igreja católica do bairro Vera Cruz, em Cariacica, foi vítima de um assalto. Os fiéis tinham acabado de fechar o portão quando o criminoso chegou.
“Terminando a missa, nós saímos, e quando terminamos de fechar o portão, o motoqueiro já chegou apontando a arma. Falando para passar rápido e ameaçando de morte”, disse uma das vítimas.
No bairro Novo Horizonte, na Serra, no dia 20 de julho, três adolescentes foram roubadas em frente a uma igreja evangélica. Elas estavam chegando no templo, quando foram rendidas. Dois criminosos saíram de um carro e levaram mochilas, celulares e até casacos.
No dia 4 de julho, pelo menos 100 pessoas ficaram reféns de criminosos em uma igreja evangélica no bairro São Diogo, na Serra. Os criminosos chegaram no meio do culto.
“Eu estava chegando à igreja, quando eu parei o carro fui abordado e desceram os três armados, já pediram para ligar o carro e outro pediu para desligar, me fizeram refém, botaram eu deitado no chão. O motorista do carro me segurou de refém para fazer um arrasto na igreja e aí eles entraram, abordaram o irmão que estava na recepção”, disse uma das vítimas.