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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Escolas e creches municipais do Rio ficam fechadas por 99 dias em 2017


Das 1.537 escolas e creches municipais no Rio de Janeiro, onde, neste ano, estudam 641.655 alunos, 381 escolas ficaram fechadas um ou mais dias durante o primeiro semestre de 2017 por causa de tiroteios ou consequências deles. Nessas instituições municipais de ensino foram prejudicados 129.165 alunos, que ficaram sem aulas por períodos que variam entre um e 15 dias. O número de alunos (129.165) equivale a 20,12% do total da rede municipal (641.655 alunos).
No ano passado, 157 dias dos 200 letivos tiveram escolas e creches fechadas (78,50%). No primeiro semestre deste ano, dos 107 dias letivos, 99 tiveram escolas e creches fechadas (92,52%). Das 388 escolas e creches municipais que tiveram as aulas paralisadas por causa de tiroteios, 36 escolas e creches ficaram fechadas nove dias ou mais.
Pesquisa da Fundação Getulio Vargas revela que o desempenho de alunos que passam por nove ou mais episódios de violência é duas vezes menor do que o desempenho de alunos de instituições que tem menos de três episódios de violência.
Entre as 36 mais afetadas, a escola que mais vezes ficou fechada está localizada na Cidade de Deus e ficou paralisada durante 15 dias; uma creche ficou por 14 dias; cinco por 13 dias; quatro por 11 dias; oito por 10 dias e 12 por nove dias.
O maior número de episódios aconteceu no Complexo da Maré: 22,94%, em 42 escolas e creches municipais. Em seguida, Cidade de Deus, com 123 episódios em 21 escolas e creches; e depois no Complexo do Alemão, com 84 episódios em 21 escolas e creches. Veja mais acima, na reportagem do Fantástico.
Estudo exclusivo
Fantástico teve acesso a um estudo exclusivo feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) – FGV/RJ, em parceria com o Fogo Cruzado, que cruza dados de escolas municipais, estaduais e creches com os tiroteios na cidade do Rio de Janeiro.
Confira algumas informações levantadas pelo estudo:
- Entre julho de 2016 e julho de 2017, a cidade do Rio de Janeiro registrou 3.829 tiroteios, uma média de 10,5 por dia;
- A maior parte dos tiroteios está na zona norte do Rio, principalmente nas regiões do Complexo do Alemão, Complexo da Maré e Penha. Nestas regiões, as escolas fecham com maior frequência que em outros locais da cidade;
- O bairro de Acari, onde a estudante Maria Eduarda, de 13 anos, foi morta dentro da escola, também apresenta altos índices de violência. Em média, há um tiroteio a cada cinco dias na região;
- A violência tem impacto direto na capacidade de aprendizado e de desenvolvimento de novas habilidades, comprometendo as possibilidade de vida destas crianças e jovens;
- Quanto mais novo o aluno, maiores são os efeitos perversos provocados pela violência, como a falta de concentração e a dificuldade em absorver informações;
- Remover as escolas destas áreas não é uma resposta adequada à situação porque as crianças e os adolescentes vivem nessas comunidades, então eles continuariam sofrendo os efeitos adversos da violência;
- Os alunos de comunidades expostas à violência são privados da experiência educacional e têm a qualidade do ensino afetada. Já os estudantes em locais sem conflito gozam, livremente, do acesso à educação;
- Para mitigar os efeitos adversos da exposição à violência, o poder público deveria: fazer capacitações para os professores de forma que eles possam atender às necessidades especiais de seus alunos e oferecer condições especiais de contratação para os profissionais que atuam nessas áreas, de forma a garantir estabilidade nas relações escolares, com o intuito de diminuir a rotatividade dos professores. Exemplo: adicionais salariais e atendimento psicológico aos profissionais.
Exposição à violência altera a formação do cérebro de crianças

Criminosos explodem caixa eletrônico no Cachambi, na Zona Norte

De novo criminosos explodiram um caixa eletrônico. Desta vez, no Cachambi, na Zona Norte. A explosão foi na madrugada de domingo (23). O banco Bradesco fica na esquina da Rua Cachambi com a Rua Honório.
A PM foi ao local, mas os ladrões conseguiram fugir. A polícia ainda não sabe se eles levaram o dinheiro.
Essa foi a segunda explosão de caixa no fim de semana. No sábado (22), uma agência também do Bradesco na Rua Sidônio Paes, em Cascadura, na Zona Norte, ficou destruída. Os criminosos fugiram.

Colega de PM morto no Vidigal critica sucateamento: ‘Viatura não funciona, colete vencido, não tem fuzil’

Um policial militar, colega do sargento Hudson Silva Araújo, de 46 anos, que foi morto na comunidade do Vidigal, Zona Sul do Rio, neste fim de semana, criticou o sucateamento da corporação e as condições de trabalho dos policiais militares. O policial estava na corporação há 15 anos e fazia planos de se aposentar. Ele foi o 91º PM morto em 2017 no estado.
“A viatura não funciona. Colete vencido, não tem fuzil, não tem arma nenhuma. E estamos aí. Sempre a mesma coisa e ninguém toma uma atitude”, disse o policial que preferiu não se identificar.
O especialista em Segurança Pública, Paulo Storani, lamentou e questionou a atual situação da polícia no Rio de Janeiro.
“Os policiais estão sendo abatidos durante o serviço e fora do serviço. Aquelas pessoas que destinaram as suas vidas para proteger as outras, que são os nossos policiais, estão morrendo. A pergunta vai ser: e quando não tiver mais policiais? Quem vai defender a sociedade? Não existe na história do estado do Rio de Janeiro e nem do país uma situação como se vive hoje aqui no Rio”, disse Storani.
O sargento Hudson foi o primeiro policial morto, no Vidigal, desde que a UPP foi instalada na comunidade, em janeiro de 2012. Os moradores dizem que a situação no morro era calma, mas mudou de uns tempo pra cá.
Após a morte do policial militar, a segurança foi reforçada na comunidade do Vidigal. A PM faz operações na comunidade desde domingo (23) para tentar encontrar os criminosos que mataram o sargento. De acordo com a polícia, três suspeitos já foram identificados.
A Polícia Militar informou que há quase 50 mil coletes em estoque, todos novos, e que as fardas são fornecidas pelo estado na graduação de cabos e soldados. Os servidores das demais patentes adquirem as fardas com recursos próprios. A PM disse também que as UPPs vão passar por uma reestruturação, e que o novo plano estratégico será divulgado em breve.

Polícia investiga morte de mulher encontrada em terreno baldio no Recreio dos Bandeirantes

A polícia também está investigando a morte de uma mulher no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, do Rio. Marcilene Soares Gama era acusada de aplicar silicone industrial nas pacientes. O corpo foi encontrado em um terreno baldio, no sábado (22). A vítima estava apenas com as roupas íntimas e não tinha documentos.
No Instituto Médico Legal (IML), a Polícia Civil chegou à identificação: Marcilene Soares Gama, de 49 anos. Os peritos já descobriram que ela levou um tiro na cabeça.
Marcilene tinha sido presa em 2013 por policiais da 34ª DP (Bangu). Ela respondia em liberdade por ter aplicado silicone industrial nos bumbuns de mulheres. As vítimas tiveram várias lesões no corpo.
A polícia tenta agora entender em que circunstâncias Marcilene morreu. Os investigadores da Divisão de Homicídios (DH) procuram testemunhas e imagens de câmeras de segurança para descobrir quem são os assassinos e qual foi o motivo do crime.

Adolescentes são apreendidos suspeitos de participação em estupro coletivo em colégio no RJ

Polícia investiga estupro coletivo de menina de 13 anos dentro de escola no interior do Rio  (Foto: Cléber Rodrigues/Inter TV)
Quatro adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos, foram apreendidos na manhã desta segunda-feira (24) por suspeita de participação nos casos de estupro coletivo no Colégio Estadual Padre Mello, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense. Um jovem apontado pela vítima como seu namorado é alvo de um dos mandados de busca e apreensão, mas não foi encontrado.
A menina de 13 anos que denunciou os casos de violência sexual contou ao Fantástico deste domingo (23) detalhes sobre o caso e disse que não pretende voltar à escola. "Eu 'tava' com meu namorado, aí ele me chamou pra ir na quadra. Eu topei, pensei que era só com ele. Sei lá, eu acho que ele bolou um plano, não sei. Aí tinha um monte de menino lá. Eu falei ‘pra que um monte de menino?’. Ele não quis responder. Aí, os meninos me ameaçaram, falaram que eu tinha que fazer com eles. Eu vou trocar de escola. Onde eu passo, todo mundo fica falando, comentando. Eu tava falando com a minha avó assim: 'Eu nem quero estudar mais'. Minha vó me falou 'Não, minha filha, você tem que continuar pra ser alguém na vida'”, declarou.
A secretaria de Estado de Educação informou que afastou o diretor do colégio e abriu sindicância para apurar o caso. A Polícia Civil tomou conhecimento pelo Conselho Tutelar após denúncia de uma amiga da escola - por isso, também investiga a escola que, mesmo sabendo do caso, não procurou a polícia. A polícia suspeita que os estupros podem ter tido a participação de 14 adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos.
O pai da menina espera que seja feita justiça em relação ao caso. "Ela falou assim: ó, papai, não podia acontecer isso, mas os meninos 'forçou' (sic) eu e levou pra lá. Um foi comigo, chegou lá não tive como sair depressa porque o portão tava fechado. Aí, obrigou a ficar com os outros cinco. Eu espero que a Justiça resolva isso, porque eu mesmo não posso fazer nada. Eu acho que eles têm que ser punidos, porque se eu ficasse quieto, talvez, isso iria continuar", declarou.
O Ministério Público afirma que os casos de violência sexual ocorriam constantemente.
"A vítima relata que foi submetida a uma série de atos de constrangimentos e a todo um processo de escravização sexual. Os fatos ocorreram ao longo de 45 dias entre os meses de maio e junho deste ano. Dois episódios na quadra envolvendo uma série de adolescentes. O terceiro episódio ela diz que não pôde nem contar quantos eram, mas que eram pelo menos 15. E o último episódio teria ocorrido dentro da sala de aula envolvendo dois adolescentes praticando o ato sexual com ela e mais dois que seriam responsáveis pela vigilância para que ninguém se aproximasse", diz a promotora Olivia Motta Venâncio Rebouças.
A adolescente é acompanhada pelo Conselho Tutelar e vai passar por tratamento médico e psicológico. Se comprovada a participação dos adolescentes, segundo a polícia, a pena pode chegar a três anos em casa de acolhimento.Polícia investiga estupro coletivo (Foto: Cléber Rodrigues/Inter TV)

Suspeitos de matar sargento no Vidigal são criminosos conhecidos na favela, diz PM

Sargento Hudson é o 91º PM morto em 2017 (Foto: Reprodução/Globo)
A polícia informou que os agentes que foram atacados na madrugada deste domingo (23) no Vidigal, Zona Sul do Rio, identificaram três suspeitos de participarem da troca de tiros que acabou com a morte do sargento Hudson Silva de Araújo. Ele foi o 91º policial assassinado no estado do Rio apenas este ano.
A identificação foi feita pelo serviço de inteligência da Polícia Militar e, segundo a corporação, os suspeitos são criminosos já conhecidos da comunidade e atuam no crime organizado da região. Os homens não tiveram a identificação revelada para não atrapalhar a investigação, segundo a PM. O sargento Hudson foi o primeiro policial morto no Vidigal desde que a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foi instalada na comunidade, em janeiro de 2012. Os moradores dizem que a situação no morro era calma, mas mudou de uns tempo pra cá.
Horas depois da morte do sargento Hudson, a Polícia Militar deu início a uma operação no Vidigal. Foram deslocados para a comunidade equipes do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Segundo informações da corporação, o PM foi socorrido por colegas da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) e levado ao Hospital Miguel Couto, mas ele não resistiu ao ferimento e morreu.  Após a morte do policial militar, a segurança foi reforçada na comunidade do Vidigal. A PM faz operações na comunidade desde domingo (23) para tentar encontrar os criminosos que mataram o sargento.
Apenas um dia antes, na sexta-feira (21), o soldado Fabiano de Brito e Silva, de 35 anos, foi baleado na barriga quando saía de casa, na Baixada Fluminense. Ele morreu na Rua Dona Clara de Araújo, no Jardim Tropical, em Nova Iguaçu. Imagens de câmeras de segurança da região mostram o momento em que o policial tenta se esconder atrás do carro e ainda atira contra os criminosos.
A PM disse também que as UPPs vão passar por uma reestruturação, e que o novo plano estratégico será divulgado em breve.

Polícia Civil investiga morte de mulher em Laranjeiras, Zona Sul do Rio

Luana foi encontrada morta em Laranjeiras (Foto: Reprodução/Instagram)A gentes da Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil investigam a morte de uma mulher, que teria ocorrido nesta segunda-feira (24), em Laranjeiras, Zona Sul do Rio. Segundo a polícia, a vítima é a produtora de elenco Luana Diogo Oliveira, de 33 anos.
O Corpo de Bombeiros confirmou que uma equipe da corporação esteve no local, uma casa na Rua Cardoso Júnior 383, por volta do meio-dia, e encontrou o corpo de uma mulher. Testemunhas contaram que a residência estava revirada e que o corpo de Luana tinha sinais de tortura, mas a informação não foi confirmada pela polícia.
Proprietário do imóvel em que Luana morava, Alexandre Coimbra afirmou que ela morava no local desde dezembro e era uma pessoa tranquila. "Desde dezembro ela é minha inquilina, ela era muito tranquila. Quem dera todos os inquilinos fossem iguais a ela. Adorava os filhos dela. Ela trabalha muito dentro de casa, no computador. Eventualmente eu passava por ela", disse.A casa onde o corpo de Luana foi encontrado, em Laranjeiras (Foto: Matheus Rodrigues/G1)